code red:
full lockdown, ninguém pode sair de onde está
code yellow:
partial lockdown, pessoas autorizadas podem sair
code orange:
evacuação dirigida
code black (ameaça de bomba):
desligar todos os aparelhos eletrônicos + evacuação dirigida
fire alarm:
evacuação previamente treinada
:D
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
despedida/chegada/cantada/enjoo
Daqui a umas horas a Rebeca vai voltar pro Brasil, pra morar, voltar de vez. Ontem a gente fez a despedida dela, na casa da Marcela e da Camila.
Na minha sexta cidade, eu ja to meio cansado de despedidas, mesmo sabendo que eu ainda vou ter varias pela frente e que essa nao eh a ultima cidade diferente que eu vou morar, muito provavelmente.
Eu to com um pouco (pouco, hein) de inveja dela. Tomara que aproveite lah, ou aih.
E chegou hoje uma menina nova aqui na sala, brasileira, nao se vira tao bem em ingles.
Eu ainda estou pensando se eu devo ir la ajudar ela ou deixar por conta propria. Acho que deixa-la eh melhor. Pra ela, que vai aprender; e pra mim, que nao vou ter que tomar conta de ninguem se encostando em mim.
Tem um cara quase levando um tapa de uma menina aqui do lado =)
"are you married?"
To enjoado dessas aulas de nada do coach Jackson. Ele podia sair de tras do lap top dele e fazer alguma coisa.
Terminar o trabalho sobre o Roosevelt.
Na minha sexta cidade, eu ja to meio cansado de despedidas, mesmo sabendo que eu ainda vou ter varias pela frente e que essa nao eh a ultima cidade diferente que eu vou morar, muito provavelmente.
Eu to com um pouco (pouco, hein) de inveja dela. Tomara que aproveite lah, ou aih.
E chegou hoje uma menina nova aqui na sala, brasileira, nao se vira tao bem em ingles.
Eu ainda estou pensando se eu devo ir la ajudar ela ou deixar por conta propria. Acho que deixa-la eh melhor. Pra ela, que vai aprender; e pra mim, que nao vou ter que tomar conta de ninguem se encostando em mim.
Tem um cara quase levando um tapa de uma menina aqui do lado =)
"are you married?"
To enjoado dessas aulas de nada do coach Jackson. Ele podia sair de tras do lap top dele e fazer alguma coisa.
Terminar o trabalho sobre o Roosevelt.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007

code yellow
lockdown
tem um cara armado correndo ao redor da escola, entao eu vou ficar trancado nessa sala ateh que a gente saia do code yellow :D
putz, voce TINHAM que ter visto
a mulher falou pelo sistema que a gente tava em code yellow, beleeeeeeza (Y)
galera berrando, "what the f!", ou " yeeeeeey! uhuuuu!"
mas a maioria tava mesmo era se borrando, e enquanto isso o professor tava no banheiro
ele foi voltar.. deu um soco na porta.. eu nunca vi tanto americano gritando desesperado na minha vida U.U
UASHUAHSUAHSUHAUA
americanos toscos, tsc tsc..
mudaaando de assunto
vamos ser profundos agora =)
ontem eu conversei com uma prima minha, com quem eu morei ha uns 4 anos atras, e fiquei pensando no quanto eu mudei de alguns anos pra ca, e como ao mesmo tempo eu continuo sendo a mesma crianca do jardim bela vista
ai eu pensei: " isso dava um post!"
mas sabe aquela parada de "há coisas sobre as quais não só não se pode falar com inteligência mas é até falta de inteligência falar sobre ela"? entao.. to quieto aqui =)
aaah! fala serio, o cara matando por ai e eu escrevendo no meu blog
[ele ta matando?]
quotes_____
— "Cheguei a uma conclusão.
— "Qual?
— "Que nós dois não somos as pessoas mais inteligentes do mundo e que há gente mais inteligente do que nós.
— "Sutil e preciso." - Dostoevsky
"Não há nada mais astuto que a própria cara, porque ninguém lhe dá crédito." - idem
"O poeta pretende, apenas, meter a cabeça no Céu, ao passo que o lógico se esforça por meter o Céu na cabeça. E é a cabeça que acaba por rebentar." - Chesterton
"Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa apagar o caso escrito." - Machado =)
e viva o wikiquote!
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
the cliks

wooooow, baby
ouçam the cliks
ultra last-week
não é from UK, mas povo do Canadá também é undergroundzinho
UAHSUAUSHAUHSUAHSUAHSUHAUSHAUSHUAHSUASUAUS
ouçam sim, eu gostei bastante :D
a mulher me lembra a Cássia Eller
sonzinho simples e sem ser irritante igual o resto dos indies por aí
lembra alguma coisa que você ouviu na infância
letras coloridas by thiago's help =)
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
casa

João queria ter uma casa. Uma casinha. Poucos cômodos, poucos móveis, pouca gente. Nenhuma campainha, nenhum vizinho. Uma varanda com piso de madeira, uma rede (de cores que ele não imaginou) pra deitar e olhar a paisagem.
Uma cozinha pequena, o suficiente pra ele preparar o chá pra Lúcia lá pelas 8 da manhã. Um quarto para diversão do casal, um quarto pra coisas velhas, e um quarto pra deixar o vento bagunçar a vontade. Um canto ali, se sentar e bater um papo com ela, jogar conversa fora.
Tocar um reggae e dedilhar qualquer coisa no violão no fim da tarde, pra ser largado e dar lugar um livro. E dividir a atenção entre o livro e as primeiras estrelas.
Ah, os livros! Estão numa prateleira simpatica, levados pra la sem esses complexos criterios de qualidade. A Lúcia levou umas telas, e descobre uma coisa pequena e nova por dia pra pintar.
Aí começa a chover. Eles entram e dormem.
domingo, 28 de outubro de 2007
corre
tomara que o café da manhã chegue rápido, porque eu não vou preparar nada pra comer essa hora da noite.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
A esperança está intrínseca na natureza humana
por Gustavo G.
"Se acreditarmos que o futuro já está escrito, como numa História mecanicista, de esquerda ou direita, e não nos preocupamos com ele, estaremos desproblematizando-o, e assim negamos a própria natureza humana que se constitui na esperança, e não na desesperança. O discurso neoliberal, fatalista e determinarista de que “a realidade é mesmo está e não podemos fazer nada” deve ser enfrentado. A raiva que nos aparece diante de toda miséria do mundo, nos mostra que ela pode ser enfrentada, e que ela não é algo pré-determinada pra ser sempre assim, e por isso, a nossa luta não é em vão."
Entenda a esperança, aja e feche esse seu bico, bonitão.
"Se acreditarmos que o futuro já está escrito, como numa História mecanicista, de esquerda ou direita, e não nos preocupamos com ele, estaremos desproblematizando-o, e assim negamos a própria natureza humana que se constitui na esperança, e não na desesperança. O discurso neoliberal, fatalista e determinarista de que “a realidade é mesmo está e não podemos fazer nada” deve ser enfrentado. A raiva que nos aparece diante de toda miséria do mundo, nos mostra que ela pode ser enfrentada, e que ela não é algo pré-determinada pra ser sempre assim, e por isso, a nossa luta não é em vão."
Entenda a esperança, aja e feche esse seu bico, bonitão.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Biology
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
barulho
eu deveria me envergonhar de postar isso aqui, mas lá vai :D
nunca juntem Marcus, Michael, uma bateria e uma câmera
putz, a primeira gravação ficou bem mais divertida, mas a gente perdeu ¬¬'
saudações, leitores =]
nunca juntem Marcus, Michael, uma bateria e uma câmera
putz, a primeira gravação ficou bem mais divertida, mas a gente perdeu ¬¬'
saudações, leitores =]
terça-feira, 9 de outubro de 2007
diálogo
travado entre Lívia e Marcus, fazendo trabalho de Biologia.
L: "você viu o álbum de não sei quem?"
M: "iiih, vi nada"
L: "o quê??! A menina é mó p**a! Quase nua nas fotos!"
M: "é difícil... essa juventude tá fogo, né?"
L: "as fotos dela bláblábláblá"
M: "ah, meu. Perdi a paciência pra ver álbum do povo com essa história de 50 fotos no orkut, tsc tsc."
L: "ih, eu só tenho 23! Quero pôr mais! Falta as fotos da viagem pra Orlando, pra Boca Raton, pra... pra..."
M: "eu só tenho 6"
L: "e ainda teve a viagem pra lá, pra..."
M: "e tô a fim de tirar todas elas e colocar outras..."
L: "e teve aquéeela viagem! Foi o máximo!"
M: "quer saber? Eu vou tirar todas as fotos e deixar sem nada só pra ser contra esse négocio das 50 fotos!" *Marcus esquecendo da conversa e bancando o revolucionário"
L: "ah, Marcus. Larga mão de ser da roça."
¬¬'
tsc tsc...
L: "você viu o álbum de não sei quem?"
M: "iiih, vi nada"
L: "o quê??! A menina é mó p**a! Quase nua nas fotos!"
M: "é difícil... essa juventude tá fogo, né?"
L: "as fotos dela bláblábláblá"
M: "ah, meu. Perdi a paciência pra ver álbum do povo com essa história de 50 fotos no orkut, tsc tsc."
L: "ih, eu só tenho 23! Quero pôr mais! Falta as fotos da viagem pra Orlando, pra Boca Raton, pra... pra..."
M: "eu só tenho 6"
L: "e ainda teve a viagem pra lá, pra..."
M: "e tô a fim de tirar todas elas e colocar outras..."
L: "e teve aquéeela viagem! Foi o máximo!"
M: "quer saber? Eu vou tirar todas as fotos e deixar sem nada só pra ser contra esse négocio das 50 fotos!" *Marcus esquecendo da conversa e bancando o revolucionário"
L: "ah, Marcus. Larga mão de ser da roça."
¬¬'
tsc tsc...
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
músicas
Músicas novas ali embaixo, canto direito.
Tá uma bagunça ainda, mas já já eu descubro como ajeitar aqui tudo.
Pelo menos são de bom gosto, eu acho.
Eu sei que quase ninguém ouve isso, mas descobri que é legal ouvir uma música escolhida pelo dono do blog enquanto você lê algo de autoria dele, numa dessas visitas por aí...
tá lá.
Tá uma bagunça ainda, mas já já eu descubro como ajeitar aqui tudo.
Pelo menos são de bom gosto, eu acho.
Eu sei que quase ninguém ouve isso, mas descobri que é legal ouvir uma música escolhida pelo dono do blog enquanto você lê algo de autoria dele, numa dessas visitas por aí...
tá lá.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
surrealismo mais-ou-menos
Ê, depois de acompanhar os anjinhos, cá volto eu a postar. (¬¬)
Sabe o que eu tava pensando? Pô, eu to aprendendo cada coisinha legal na minha aula de Creative Writing que eu podia até bancar o sr. Ana Maria Braga e passar receitas pra você, caro leitor, preparar aí mesmo, no conforto da sua casa!
Vamo nessa, mano. Escolhê aê um objeto que tem na tua casa, e que é super normal pra você. Exemplos: telefone, TV, lápis, caneta, etc.
Depois, dê cinco características a esse treco que você escolheu. No caso do telefone, por exemplo: branco, peças de borracha, áspero, novo, elétrico.
Agora, bota o côco pra funcionar e escreve os antônimos das características que você escolheu. Por exemplo: preto, peças de metal, liso, novo, artesanal.
Por último, escrevas duas ou três frases, usando os adjetivos antônimos e posicionando o seu objeto num lugar em que ele provavelmente nunca estaria, e voilá!, temos um surrealismo mais-ou-menos! :D
"Naquela tarde, o telefone preto escorregava pelas minhas mãos, de liso que era. Suas peças de metal artesanais me intimidavam. Naquela tarde, o telefone estava no quarto de um mudo" =O
(foi fraco, mas a idéia é essa, juro. he he)
Seria legal se vocês fizessem isso (com objetos mais interessantes, é claro) e compartilhassem os resultados, huh? *cara de quem não quis dizer absolutamente nada*
Sabe o que eu tava pensando? Pô, eu to aprendendo cada coisinha legal na minha aula de Creative Writing que eu podia até bancar o sr. Ana Maria Braga e passar receitas pra você, caro leitor, preparar aí mesmo, no conforto da sua casa!
Vamo nessa, mano. Escolhê aê um objeto que tem na tua casa, e que é super normal pra você. Exemplos: telefone, TV, lápis, caneta, etc.
Depois, dê cinco características a esse treco que você escolheu. No caso do telefone, por exemplo: branco, peças de borracha, áspero, novo, elétrico.
Agora, bota o côco pra funcionar e escreve os antônimos das características que você escolheu. Por exemplo: preto, peças de metal, liso, novo, artesanal.
Por último, escrevas duas ou três frases, usando os adjetivos antônimos e posicionando o seu objeto num lugar em que ele provavelmente nunca estaria, e voilá!, temos um surrealismo mais-ou-menos! :D
"Naquela tarde, o telefone preto escorregava pelas minhas mãos, de liso que era. Suas peças de metal artesanais me intimidavam. Naquela tarde, o telefone estava no quarto de um mudo" =O
(foi fraco, mas a idéia é essa, juro. he he)
Seria legal se vocês fizessem isso (com objetos mais interessantes, é claro) e compartilhassem os resultados, huh? *cara de quem não quis dizer absolutamente nada*
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
early release

Ê, eu tô tão feliz. Amanhã é early release, vou sair meio-dia da escola, assim como todos vocês, caros amigos (sortudos) brasileiros, fazem todos os dias. Aí vou aproveitar o meu dia ao máaaaaaaaaximo:
. vou (talvez) no JambaJuice tomar alguma coisa e, depois, Barnes and Nobles Bookstore na cabeça o/
. vou estudar Biologia
. vou escrever um texto pra Creative Writing
. vou gravar trezentos dvds
. vou fazer comida
. vou ensaiar
. vou jogar pingue-pongue
. vou ensaiar
. e correr pro povo que faz o meu dia realmente feliz.
_____
Surrealismo, Mr. Tiernan:
o teclado pulou, mostrando suas cordas azuis viscerais
que buscavam em doença os zigue-zagues dos meus pensamentos
de lata.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
memórias
"Eu vou embora"
"Velho.. tu nao pode ir embora agora"
Thiago e eu saindo do Midway. 9 meses atrás.
[isso dava um conto]
"Velho.. tu nao pode ir embora agora"
Thiago e eu saindo do Midway. 9 meses atrás.
[isso dava um conto]
terça-feira, 11 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
O meu professor de redação vive dizendo que quer que a gente busque nossas memórias mais profundas, as imagens mais marcantes da nossa vida, e transpor isso para os nossos personagens. Eu ainda tenho uma certa barreira natural contra isso, é uma dificuldade enorme pra mim me expor [b]de verdade[/b], sem charadas e falsidades.
Vocês conhecem aquela musica, "the beautiful letdown". É isso que eu acredito que a vida seja, uma belíssima e imensa decepção. Saber que Neil Gaiman estava certo, que o amor quebra as barreiras que a gente tanto luta pra construir, é uma bela decepção. O próprio Cristianismo é um grande eu-não-mereço-nem-acho-que-quero-mas-eu-ganho-e-é-a-melhor-coisa-do-mundo, mais uma decepção.
E aí a gente vai descobrindo que realmente a gente não deve se preocupar com essas coisas, que deve buscar ser a gente mesmo da maneira mais fiel possível. E se maravilhar toda manhã por todas as decepções que vamos ter pelo dia.
E eu escrevi isso tudo e nem editei. Me dá medo, mas é isso aí.
Vocês conhecem aquela musica, "the beautiful letdown". É isso que eu acredito que a vida seja, uma belíssima e imensa decepção. Saber que Neil Gaiman estava certo, que o amor quebra as barreiras que a gente tanto luta pra construir, é uma bela decepção. O próprio Cristianismo é um grande eu-não-mereço-nem-acho-que-quero-mas-eu-ganho-e-é-a-melhor-coisa-do-mundo, mais uma decepção.
E aí a gente vai descobrindo que realmente a gente não deve se preocupar com essas coisas, que deve buscar ser a gente mesmo da maneira mais fiel possível. E se maravilhar toda manhã por todas as decepções que vamos ter pelo dia.
E eu escrevi isso tudo e nem editei. Me dá medo, mas é isso aí.
sábado, 1 de setembro de 2007
para Machado de Assis
responda-me!
qual é a grande vantagem de não ter coisa nenhuma dentro do peito?
qual é a grande vantagem de não ter coisa nenhuma dentro do peito?
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
atualizações, imitações e coisinhas
Eu já tô percebendo que a verdadeira graça desse negócio de blog é sair imitando todo mundo que tem blog também. Eis as razões pelas quais eu entrei nessa onda de imitação também:
- porque eu sou mó poser, ow.
- porque não tem merda nenhuma pra se copiar do meu, porque o meu quase não tem merda nenhuma.
- porque deu vontade.
(tô com mania de "porques")
Vamos as atualizações: sidebars novos, com links para outros blogs e lugares virtuais por aí, lista de coisas que eu preciso fazer (imitando a Gaby, que eu acho que foi a precursora do movimento), e talvez tenha alguma músiquinha rolando daqui a um tempo.
Ah! Eu vou postar uns textos em inglês que eu tô produzindo pra aula de Creative Writing. Se não tiverem a fim de ler, não leiam. Se tiverem, leiam. Estou aberto a opiniões (sobre os textos, não sobre postá-los ou não).
Ah, depois eu escrevo algumas coisas falando dos links novos, ok?
E ah ah, se vocês passarem aqui e esse treco tiver um título e um layout novos, não estranhem.
OUÇAM: Barulhinho Bom - Marisa Monte (cd ao vivo, por favor)
- porque eu sou mó poser, ow.
- porque não tem merda nenhuma pra se copiar do meu, porque o meu quase não tem merda nenhuma.
- porque deu vontade.
(tô com mania de "porques")
Vamos as atualizações: sidebars novos, com links para outros blogs e lugares virtuais por aí, lista de coisas que eu preciso fazer (imitando a Gaby, que eu acho que foi a precursora do movimento), e talvez tenha alguma músiquinha rolando daqui a um tempo.
Ah! Eu vou postar uns textos em inglês que eu tô produzindo pra aula de Creative Writing. Se não tiverem a fim de ler, não leiam. Se tiverem, leiam. Estou aberto a opiniões (sobre os textos, não sobre postá-los ou não).
Ah, depois eu escrevo algumas coisas falando dos links novos, ok?
E ah ah, se vocês passarem aqui e esse treco tiver um título e um layout novos, não estranhem.
OUÇAM: Barulhinho Bom - Marisa Monte (cd ao vivo, por favor)
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
por que que eu amo a mrs. Frey
- porque ela é minha professora de "biologia", uma das minhas matérias favoritas (Y)
- porque ela não dá tanta aula de biologia. (sacaram? hã?)
- porque ela falta mais que Régis. E Régis já faltava bastante
- porque quando ela falta a gente faz revisão de "ciências integradas" com um professor substituto engraçadão.
- porque ela é uma gênia da ciência. Leiam essa demonstração do seu conhecimento: "quantas níveis de energia tem os elétrons mesmo? Acho que é 5 ou 7..."
- porque ela sempre traz "fun things" pra gente fazer durante a aula
- porque a gente faz representações de elétrons usando sucrilhos coloridos na aula dela
- porque a gente só fala de elétrons na aula de biologia
- porque ela parece um desenho
- porque ela é escrota ao quadrado. ("gente, tomem cuidado com esses livros. Foi muito difícil pra mim conseguir eles, tive que transar com o diretor do colégio. Juuuust kidding")
- porque ela me dá passes pra eu sair da sala na hora que eu quiser x)
ps: porque a pronúncia do nome dela é igual a batata frita, frie.
- porque ela não dá tanta aula de biologia. (sacaram? hã?)
- porque ela falta mais que Régis. E Régis já faltava bastante
- porque quando ela falta a gente faz revisão de "ciências integradas" com um professor substituto engraçadão.
- porque ela é uma gênia da ciência. Leiam essa demonstração do seu conhecimento: "quantas níveis de energia tem os elétrons mesmo? Acho que é 5 ou 7..."
- porque ela sempre traz "fun things" pra gente fazer durante a aula
- porque a gente faz representações de elétrons usando sucrilhos coloridos na aula dela
- porque a gente só fala de elétrons na aula de biologia
- porque ela parece um desenho
- porque ela é escrota ao quadrado. ("gente, tomem cuidado com esses livros. Foi muito difícil pra mim conseguir eles, tive que transar com o diretor do colégio. Juuuust kidding")
- porque ela me dá passes pra eu sair da sala na hora que eu quiser x)
ps: porque a pronúncia do nome dela é igual a batata frita, frie.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
continuação
Depois de uma semana de muita nostalgia, volto a postar aqui. E sem fugir do assunto da vez, of course.
Essa semana meu pai recebeu uma ligação. Fez aquela cara de "quem?", ficou meio intrigado e saiu de perto de mim. Não dei muita importância, me esqueci daquilo e continuei a fazer o que estava fazendo... Fui na cozinha, e, ao passar pela sala, reparei que meu pai estava muito animado ao telefone. Ignoro como aconteceu, mas um casal de grande amizade com meus pais conseguiu o nosso telefone. E a conversa se estendeu por mais de duas horas, faltando tempo pra terminar assunto, com promessa de futuras ligações para colocar o papo em dia. Haviam mais de 6 anos que eles não tinham notícia uns dos outros.
Deixo o meu futuro pra lá. Não quero ocupar minha cabeça em lamentar saudades e pessoas distantes. Um otimismo mais-que-agradável se apoderou de mim, e acredito que haverá tempo e oportunidade pra tudo.
Dizem, queridos leitores, que há esperança. Eu digo.
Essa semana meu pai recebeu uma ligação. Fez aquela cara de "quem?", ficou meio intrigado e saiu de perto de mim. Não dei muita importância, me esqueci daquilo e continuei a fazer o que estava fazendo... Fui na cozinha, e, ao passar pela sala, reparei que meu pai estava muito animado ao telefone. Ignoro como aconteceu, mas um casal de grande amizade com meus pais conseguiu o nosso telefone. E a conversa se estendeu por mais de duas horas, faltando tempo pra terminar assunto, com promessa de futuras ligações para colocar o papo em dia. Haviam mais de 6 anos que eles não tinham notícia uns dos outros.
Deixo o meu futuro pra lá. Não quero ocupar minha cabeça em lamentar saudades e pessoas distantes. Um otimismo mais-que-agradável se apoderou de mim, e acredito que haverá tempo e oportunidade pra tudo.
Dizem, queridos leitores, que há esperança. Eu digo.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
saudades
Quase uma semana depois, cá estou eu. E como eu sou um blogueiro de merda! Quarto post, e lá vou eu me meter a escrever sobre a saudade. Apesar da minha experiência de 15 anos sobre ela, eu ainda não sei o que pensar, nem o que dizer, nem me sinto a vontade pra falar sobre. Aliás, o único motivo pelo qual eu estou fazendo esse post é toda a saudade que eu tenho sentido nos últimos dias, e não eu achar que tenha algo a dizer sobre o assunto.
Ontem tivemos aqui em casa a última seção "Senhor dos Anéis versão extendida em família". Eu até que tava me divertindo bastante, discutindo a orientação sexual dos elfos com o meu irmão, que achava um absurdo eles não pegarem ninguém o filme inteiro... Meu pai tentava chamar a nossa atenção para o aspecto moral do filme, e blá blá blá. Como se eu já não soubesse tudo aquilo de cór (ontem foi mais ou menos a vigésima vez que eu vi aquele filme).
Agora, batam palmas pra mim. Na penúltima cena no filme, justo na penúltima, há uma cena de despedida. Daquelas chorosas, de gente que nunca mais vai se ver. Aquilo grudou na minha cabeça, e eu fiquei um bom tempo pensando, procurando um sentido.
Caraca, tanta gente já passou na minha vida. Eu fico me lembrando de algumas despedidas em que eu nunca mais vi a pessoa na vida... E que, quando nos reencontramos via orkut e msn, é como se não houvesse mais a mínima relação. Por exemplo:
- Nossa! Fazem uns cinco anos que a gente não se fala, né?
- É mesmo, pode crer! Conta aí as novidades!
- Ah, nem tem tanta novidade assim...
Depois de cinco anos, sem novidades? Ok.
Outra coisa que me intriga: aquela sensação de que distância e duração de conversas são grandezas inversamente proporcionais. Ou que o tempo tem o poder de fazer uma ligação afetiva enfraquecer-se. E a certeza de que tudo que era não voltará a ser exatamente como antes. É difícil encontrar uma esperança no meio disso tudo, poder acreditar que vai se estar novamente com quem se gosta.
Cristãos, como eu, acreditam na vida eterna após a morte. Poder encontrar todos depois da morte... Pra mim essa é a única hora em que tudo faz sentido. Não me venham chamar de gótico e blábláblá, mas acredito que venha disso o meu fascínio por funerais. É o único lugar onde tudo faz sentido (e o único em que uma pessoa é tratada como santa).
Mas chega disso tudo, não consigo mais escrever.
Ontem tivemos aqui em casa a última seção "Senhor dos Anéis versão extendida em família". Eu até que tava me divertindo bastante, discutindo a orientação sexual dos elfos com o meu irmão, que achava um absurdo eles não pegarem ninguém o filme inteiro... Meu pai tentava chamar a nossa atenção para o aspecto moral do filme, e blá blá blá. Como se eu já não soubesse tudo aquilo de cór (ontem foi mais ou menos a vigésima vez que eu vi aquele filme).
Agora, batam palmas pra mim. Na penúltima cena no filme, justo na penúltima, há uma cena de despedida. Daquelas chorosas, de gente que nunca mais vai se ver. Aquilo grudou na minha cabeça, e eu fiquei um bom tempo pensando, procurando um sentido.
Caraca, tanta gente já passou na minha vida. Eu fico me lembrando de algumas despedidas em que eu nunca mais vi a pessoa na vida... E que, quando nos reencontramos via orkut e msn, é como se não houvesse mais a mínima relação. Por exemplo:
- Nossa! Fazem uns cinco anos que a gente não se fala, né?
- É mesmo, pode crer! Conta aí as novidades!
- Ah, nem tem tanta novidade assim...
Depois de cinco anos, sem novidades? Ok.
Outra coisa que me intriga: aquela sensação de que distância e duração de conversas são grandezas inversamente proporcionais. Ou que o tempo tem o poder de fazer uma ligação afetiva enfraquecer-se. E a certeza de que tudo que era não voltará a ser exatamente como antes. É difícil encontrar uma esperança no meio disso tudo, poder acreditar que vai se estar novamente com quem se gosta.
Cristãos, como eu, acreditam na vida eterna após a morte. Poder encontrar todos depois da morte... Pra mim essa é a única hora em que tudo faz sentido. Não me venham chamar de gótico e blábláblá, mas acredito que venha disso o meu fascínio por funerais. É o único lugar onde tudo faz sentido (e o único em que uma pessoa é tratada como santa).
Mas chega disso tudo, não consigo mais escrever.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
resultado
Me atrasei, perdemos o ônibus, ficamos no sol, levamos bronca da motorista dentro do ônibus, tocamos violão pra uns dois bêbados, passeamos numa livraria (onde também levamos uma bronca), machuquei meus dedos, conheci melhor algumas pessoas. Senti vontade de bater em alguém e de sumir um pouco daqui.
Alguém me arranja um green card e uma passagem de avião pro Brasil?
Alguém me arranja um green card e uma passagem de avião pro Brasil?
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Dia social do Marcus
Ah, que dia mais social. Tudo começou com o meu pai, com suas costumeiras calma e serenidade, me acordando meio-dia e quarenta pra que eu me arrumasse, visto que as visitas já estavam chegando para almoço, marcado para o meio-dia. Pra quem tinha ido dormir as 5, eu estava até animado. Alright.
Depois deles chegarem, depois do strogonoff maravilhoso da minha mãe, alguém deu a belíssima idéia de jogarmos um jogo de tabuleiro, estilo perguntas e respostas misturado com mímica, que, por sinal, já havia sido totalmente decorado pela mulher da família. Mesmo assim, meu time ganhou. Pouco antes de começarmos a segunda rodada, que aguardava emoções fortíssimas, o Johnny me liga pra irmos comprar o violão novo dele na Sam Ash, algo como uma loja gigantesca de instrumentos musicais.(e mais uma vez o dia foi salvo pelo Johnny!)
Não compramos instrumento algum, mas nos divertimos a lot, Johnny, Isaq e eu, tocando violão na sala de violões. Repertório: umas três vezes Reptilia, duas Last Nite, do Strokes; 5 vezes Stars, do Switchfoot; um pouco de Chuck Berry e Brian Wilson; umas composições belíssimas que fazíamos na hora depreciando um ao outro (com direito a técnicas avançadíssimas de contra-ponto para três violões e tudo); e umas 45 milhões de vezes a música-tema de Super Mario World, que todo mundo parava pra ouvir.
Aí aparece um negro americano, daqueles que parecem saídos de algum filme. Pega um violão preto, e nos acompanha em algumas músicas. Pede pra que a gente acompanhe ele em algumas outras, de Bob Marley, John Lennon, Beatles e outros. Ele tinha uma técnica pra reggae que eu nunca vi na vida, completamente inovadora (não, nem vou tentar aprender, esqueçam). Fiz um solo durante uma das músicas. Rolou até um "Marcus, stop trying to be Jimi Hendrix". (Y)
E lá vai o meu blog virando diáriozinho virtual... Estou perdido.
Amanhã estou indo pra Fort Lauderdale. Vamos tocar numa praça, ver a reação das pessoas e tentar descolar grana pra pagar a pizza de depois. Uns amigos vão pra nos ajudar no marketing, até! Já temos todo o nosso plano de ação. E já nos adiantaram que devemos levar dinheiro pra nós mesmo pagarmos a pizza. Mas a esperança é a última que morre.
......................................................................................
foi isso o meu dia social?
Depois deles chegarem, depois do strogonoff maravilhoso da minha mãe, alguém deu a belíssima idéia de jogarmos um jogo de tabuleiro, estilo perguntas e respostas misturado com mímica, que, por sinal, já havia sido totalmente decorado pela mulher da família. Mesmo assim, meu time ganhou. Pouco antes de começarmos a segunda rodada, que aguardava emoções fortíssimas, o Johnny me liga pra irmos comprar o violão novo dele na Sam Ash, algo como uma loja gigantesca de instrumentos musicais.(e mais uma vez o dia foi salvo pelo Johnny!)
Não compramos instrumento algum, mas nos divertimos a lot, Johnny, Isaq e eu, tocando violão na sala de violões. Repertório: umas três vezes Reptilia, duas Last Nite, do Strokes; 5 vezes Stars, do Switchfoot; um pouco de Chuck Berry e Brian Wilson; umas composições belíssimas que fazíamos na hora depreciando um ao outro (com direito a técnicas avançadíssimas de contra-ponto para três violões e tudo); e umas 45 milhões de vezes a música-tema de Super Mario World, que todo mundo parava pra ouvir.
Aí aparece um negro americano, daqueles que parecem saídos de algum filme. Pega um violão preto, e nos acompanha em algumas músicas. Pede pra que a gente acompanhe ele em algumas outras, de Bob Marley, John Lennon, Beatles e outros. Ele tinha uma técnica pra reggae que eu nunca vi na vida, completamente inovadora (não, nem vou tentar aprender, esqueçam). Fiz um solo durante uma das músicas. Rolou até um "Marcus, stop trying to be Jimi Hendrix". (Y)
E lá vai o meu blog virando diáriozinho virtual... Estou perdido.
Amanhã estou indo pra Fort Lauderdale. Vamos tocar numa praça, ver a reação das pessoas e tentar descolar grana pra pagar a pizza de depois. Uns amigos vão pra nos ajudar no marketing, até! Já temos todo o nosso plano de ação. E já nos adiantaram que devemos levar dinheiro pra nós mesmo pagarmos a pizza. Mas a esperança é a última que morre.
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foi isso o meu dia social?
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
coméço
Estou começando um blog. Devidas homenagens a Carol, que me inspirou a fazer o meu, atravéz das minhas visitas ao dela. (desde já, me desculpem pela falta de crases. A droga do meu teclado americano não permite)
Eu pensei: "ah, eu faço sim, mas deixa pra amanhã, não tô a fim de escrever hoje". Mas é em parte por causa desse sentimento que eu resolvi criar essa mudernage aqui.
Talvez eu realmente não tenha muita coisa pra dizer. Talvez eu tenha. Pra começo de conversa, que não se intimidem pelas muitas dúvidas expostas aqui. Eu amo as minhas dúvidas, não me envergonho delas e procuro-as obcecadamente. Mas se não rolar nada, nada mesmo, prometo deixar-lhes alguma coisa de meu gosto em matéria de música, poesia, fotografia, ou alguma coisa pseudo-interessante.
Eu queria ter um blog legal, igual ao da Carol. Ou igual ao da Fernanda Ceneviva. Ou igual de alguma outra pessoa legal, porque eu não conheço tantos blogs assim. Espero que essas querições minhas não me atrapalhem a ser sincero por aqui.
Primeira postagem. Clica no botão laranja ali embaixo e...
[nada como um final clichê pra minha primeira postagem]
ps: preciso aprender a usar as funções desse artíficio do todo-poderoso Google direitinho. Acho que daria pra fazer umas coisas interessantes.
Eu pensei: "ah, eu faço sim, mas deixa pra amanhã, não tô a fim de escrever hoje". Mas é em parte por causa desse sentimento que eu resolvi criar essa mudernage aqui.
Talvez eu realmente não tenha muita coisa pra dizer. Talvez eu tenha. Pra começo de conversa, que não se intimidem pelas muitas dúvidas expostas aqui. Eu amo as minhas dúvidas, não me envergonho delas e procuro-as obcecadamente. Mas se não rolar nada, nada mesmo, prometo deixar-lhes alguma coisa de meu gosto em matéria de música, poesia, fotografia, ou alguma coisa pseudo-interessante.
Eu queria ter um blog legal, igual ao da Carol. Ou igual ao da Fernanda Ceneviva. Ou igual de alguma outra pessoa legal, porque eu não conheço tantos blogs assim. Espero que essas querições minhas não me atrapalhem a ser sincero por aqui.
Primeira postagem. Clica no botão laranja ali embaixo e...
[nada como um final clichê pra minha primeira postagem]
ps: preciso aprender a usar as funções desse artíficio do todo-poderoso Google direitinho. Acho que daria pra fazer umas coisas interessantes.
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